quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Entendendo a Encenação

Uma obra tão elaborada, pode a princípio parecer simplificação uma montagem feita com tão poucos movimentos físicos e iluminação mínima. Mas esses elementos, tão característicos da estética Noir, revelam-se “encantamentos”que suportados pela narrativa dos atores, possibilitam a criação das mais belas imagens sugeridas pelo primoroso texto de Pirandello. A atmosfera proporcionada tanto pelo espaço, que coloca o “nariz” do expectador dentro da cena, já é um prenúncio de que este não conseguirá acompanhar a “jornada” sem nenhum esforço. Com a proposta de provocar a interação, não aquela em que o ator ou a atriz senta no colo do público ou o arrasta constrangedoramente até o palco, mas que propõe a cumplicidade entre elenco e público pelas sensações criadas pela “música” criada com o texto, “sob luzes difusas”, que por hora provoca “medo”, em outra proporciona o conforto do anonimato. “Não podemos ficar insensíveis diante das sombras” que são construídas cuidadosamente, em desenhos “criados pelas cores decompostas em nossos próprios olhos”.
Interpretando o Enredo
Uma fábula onde Pirandello expõe suas idéias finais, não apenas sobre o teatro, mas sobre a vida. Mesmo sem ter acabado o último ato, que é narrado por Stefano Pirandello, seu filho, fica clara a insatisfação de um dos maiores autores teatrais de todos os tempos, com os rumos que a arte havia tomado.
Excluindo-se do mundo dos homens, Cotrone se exila em sua vila, onde toda criação e devaneio artístico só existe para satisfação própria de seus criadores. Por outro lado, o mundo dos homens, representado na fábula pelos gigantes da montanha, que se endureceu com os progressos conquistados pelo desenvolvimento tecnológico e científico, aniquilando cada vez mais o que há de mais humano nos homens: seus sentimentos. Para tentar resgatar o equilíbrio, surge a Companhia da Condessa, que com a representação da obra do poeta, a “Fábula do Filho Trocado”, pretende tocar a sensibilidade dos homens.
Excluindo-se do mundo dos homens, Cotrone se exila em sua vila, onde toda criação e devaneio artístico só existe para satisfação própria de seus criadores. Por outro lado, o mundo dos homens, representado na fábula pelos gigantes da montanha, que se endureceu com os progressos conquistados pelo desenvolvimento tecnológico e científico, aniquilando cada vez mais o que há de mais humano nos homens: seus sentimentos. Para tentar resgatar o equilíbrio, surge a Companhia da Condessa, que com a representação da obra do poeta, a “Fábula do Filho Trocado”, pretende tocar a sensibilidade dos homens.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Por que assistir?
Alguns motivos para você participar desta jornada conosco:
- Para divertir-se: ter o prazer de ver de forma diferente!
- Direção de Roberto Alvin: Prêmio Bravo! 2009, pela peça "O Quarto", de Harold Pinter.
- A entrada é gratuita, embora demande algum esforço: é preciso chegar pelo menos 1 h antes.
- Enquanto espera, você pode tomar um café no Café Noir ou comprar livros na livraria do espaço.
- Assistir a um provável show de jazz, depois da
apresentação.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Jantar de Estreia
Apresentações.
Os Gigantes da Montanha

Último texto de Luigi Pirandello, "Os Gigantes da Montanha" é uma fábula que conta a história da Cia de Teatro da Condessa em busca de um público para apresentar sua peça: "A Fábula do Filho Trocado". Nessa viagem, chegam a uma vila encantada, onde vivem seres imaginários, liderados por Cotrone, o mago. Ao recusar o convite do mago, para ficarem definitivamente na vila, a Cia parte para as montanhas, para apresentar sua peça.
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