Uma fábula onde Pirandello expõe suas idéias finais, não apenas sobre o teatro, mas sobre a vida. Mesmo sem ter acabado o último ato, que é narrado por Stefano Pirandello, seu filho, fica clara a insatisfação de um dos maiores autores teatrais de todos os tempos, com os rumos que a arte havia tomado.
Excluindo-se do mundo dos homens, Cotrone se exila em sua vila, onde toda criação e devaneio artístico só existe para satisfação própria de seus criadores. Por outro lado, o mundo dos homens, representado na fábula pelos gigantes da montanha, que se endureceu com os progressos conquistados pelo desenvolvimento tecnológico e científico, aniquilando cada vez mais o que há de mais humano nos homens: seus sentimentos. Para tentar resgatar o equilíbrio, surge a Companhia da Condessa, que com a representação da obra do poeta, a “Fábula do Filho Trocado”, pretende tocar a sensibilidade dos homens.
domingo, 13 de dezembro de 2009
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